TERRAS POTIGUARES NEWS

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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

TENENTE CORONEL OSCAR BANDEIRA


TENENTE CORONEL  OSCAR BANDEIRA, natural de Mossoró-RN, nascido a 12 de maio de 1888, filho caçula do casal Odilon Obdolino Pinto Bandeira e de Vicência Amélia Pinto Bandeira. Ele teve  uma infância difícil. Desde muito cedo. Com a morte do pai, foi afastado da mãe e dos dez irmãos, para viver em Areia Branca, em companhia da avó. Aos 12 anos seu irmão Alípio Bandeira trouxe-o para o Rio de Janeiro, para estudar. As primeiras letras foram-lhe ensinadas por um verdadeiro amigo, em Areia Branca. E a facilidade e a rapidez com que aprendeu deixaram o mestre admirado

Prestou serviço militar na Fortaleza de Santa Cruz, no Rio de Janeiro, onde se distinguiu pela maneira bonita, correta e  elegante de escrever, o que lhe granjeou posição privilegiada junto ao chefe, general Pedro Ivo. Era um tímido, um retraído, mas possuía, acima de tudo, uma vontade extraordinária e, graças a ela conseguiu estudar sozinho, sem professor, prestando todos os exames no Colégio Pedro II onde foi brilhantemente aprovado. Aprofundou seus estudos de línguas: FRANCÊS, ESPANHOL, ALEMÃO, PORTUGUÊS e INGLÊS, especializando-se nestas duas últimas chegando mesmo, mais tarde, a escrever um livro – DIFICULDADES E IDIOTISMOS DA LÍNGUA INGLESA – um trabalho excelente  de pesquisa

Trabalhou, durante algum tempo, na Fábrica de Pólvora de Piquete, no Estado de São Paulo, e, por essa época, escreveu crônicas para um jornal local sob o pseudônimo de ARMANDO ROSAS.

Ingressou no Ministério da Guerra, onde prestou serviços por mais de 35 anos, a princípio como funcionário civil e, depois, foi graduado no posto de capitão a 12 de fevereiro de 1919. Aposentou-se no posto de Tenente Coronel, em maio de 1941, por motivo de saúde.

Oscar casou-se a 9 de fevereiro de 1922 com DEOLINDA GOULART na cidade de Sumidouro, no Estado do Rio de Janeiro

Oscar Bandeira faleceu às 5 horas do dia 1º de janeiro de 1958, no Hospital dos Servidores do Estado da Guanabara

FONTE:LIVRO ALIPIO E OSCAR BANDEIRA: UMA INFORMAÇÃO BUIGRÁFICA, DE VINGT-UN ROSADO, COLEÇÃO MOSSOROENSE, 1981

CORONEL ALÍPIO BANDEIRA


CORONEL ALÍPIO BANDEIRA, natural de Mossoró-RN, nascido a 15 de agosto de 1873, filho de Odilon Obdolino Pinto Bandeira e de Vicência Amélia Pinto Bandeira. Criou-se num ambiente de admiração aos grandes movimentos cívicos. Quando da escolha de sua profissão, preferiu a carreira das armas, a mesma em que um dos seus ancestrais prestara grandes serviços à Pátria. Entrou nas Fileiras do exército a 18 de abril de 1890, fazendo em seguida o curso da Escola Militar do Ceará. Em 1894, foi promovido a Segundo Tenente. Fez o curso regular em 1898. Tem o diploma de agrimensor. Assistiu à Revolta da Armada, na qual foi ferido em combate no Morro de São Bento. Nos campos de batalha, por mais uma vez, demonstrou a sua coragem e tino militar. Promoção em 1908 a Primeiro Tenente, em 1913 a Capitão, em 1920 a Major, por        merecimento, em 1925 a Tenente Coronel. Da sua fé de Ofício constaram relevantes serviços prestados à Pátria, na proteção aos indígenas, como um dos componentes da Comissão Rondon, de cujo regulamento foi elaborador, juntamente com MANOEL MIRANDA. Data daí a sua interessante obra. Alipio Bandeira casou-se com Dona ROSALIA NANCI BAGUEIRA BANDEIRA, filha do General Dr. Gagueira Leal, Faleceu no dia 14 de agosto de 1939
FOTO: LIVRO ALÍPIO E OSCAR BANDEIRA: UMA INFORMAÇÃO BIOGRÁFICA
TEXTO: LIVRO MOSSORÓ, AMBOS DO SAUDOSO VINGT-UN ROSADO

GENERAL PÉRICLES DE ALBUQUERQUE


GENERAL PERICLES DE ALBUQUERQUE, natural de Mossoró-RN, nascido a 16 de dezembro de 1870, filho de Alcebíades Dracon de Albuquerque Lima e de Dona Filomena Januário de Albuquerque. O primeiro mossoroense atingir as honras de generalato. De acordo com o Livro RUAS E PATRONOS DE MOSSORÓ, do saudoso RAIMUNDO SOARES DE BRITO (23-12-1923 -28-11-2012) em sua fé de oficial constam muitos elogios pelo bom desempenho de seus postos e às missões que lhe foram confiadas.

De acordo com o Livro MOSSORÓ, do saudoso Vingt-Un Rosado, Péricles de Albuquerque, General de Divisão graduado da 1ª classe da reserva da lª Linha do Exército. Assentou praça voluntariamente, no 11º Batalhão de Infantaria, no Ceará, a 13 de janeiro de 1890, matriculando-se em março do mesmo ano, na Escola Militar desse Estado.

Em dezembro de 1893, foi incorporado ao continente de alunos da referida escola que embarcou em Pernambuco, na esquadra organizada pelo Marechal Floriano Peixoto. Presidente da República, para combater a que se revoltara sob o comando do Almirante Custódio de Melo. Entrou com a esquadra ovante do Marechal Floriano, na Bahia de Guanabara, em março do ano seguinte. A 16 de abril de 1894, tomou parte do combate naval de Anhatomirim, em Santa Catarina, em que foi torpedeado e aprisionado o couraçado Aquiibadan e repelidos os rebeldes que ali se achavam; a seguir, no mês seguinte para o Rio da Prata, com a esquadra legal, que foi incumbida de  trazer os navios da esquadra rebelde deixados em Buenos Aires pelo Almirante Custódio. A 14  de agosto, foi comissionado no posto de Alferes (segundo Tenente), por vários serviços prestados à República, e por Decreto de 3 de novembro, confirmado nesse posto e classificado na arma de Cavalaria.

Em novembro, desembarcou da esquadra, no Rio de Janeiro, regressando à Escola Militar do Ceará.

Em 1895, foi transferido para a Escola Militar da Praia Vermelha, por ter concluído o curso preparatório do Ceará. Em março de mesmo ano, tendo sido desligado da Escola Militar da Praia Vermelha, em virtude dos acontecimentos que deram lugar ao fechamento dos cursos da referida Escola, foi com outros colegas mandados servir em Mato Grosso, para onde partiu no mês seguinte. Em janeiro de 1896, regressou ao Rio de Janeiro, matriculando-se novamente, na Escola Militar. Transferido, em seguida, para a Escola de Porto Alegre, ali concluiu o seu curso militar. Em abril de 1907, foi promovido, pelo principio de estudo, ao posto de 1º tenente e, em novembro de 1912, ao de Capitão, pelo mesmo principio. Foi promovido a Major e a Tenente Coronel por merecimento, respectivamente em fevereiro de 1918 e julho de 1920. Em julho de 1926, foi promovido a Coronel pelo principio de antiguidade. Como Tenente Coronel, comandou o 5º Corpo de Trem, em Rio Pardo, no Rio Grande do Sul, e o 1º, em Saican no mesmo Estado, o 15º Regimento de Cavalaria Independente, na Vila Militar do Rio de Janeiro; o 10º Regimento de Cavalaria Independente, em Bela Vista, na fronteira do Mato Grosso com o Paraguai; o 2º Regimento de Cavalaria Independente e a 1ª Brigada de Cavalaria, em São Borja, na fronteira do Rio Grande do Sul com a República Argentina. Como Coronel, comandou a mesma brigada e foi designado, pelo Comandante da 3ª Brigada Militar, para organizar e comandar a 1ª Divisão de Cavalaria, em Santiago do Boqueirão, no Rio Grande do Sul, onde prestou os últimos serviços de sua vida militar ativa. Em janeiro de 1930, pediu sua reforma do serviço ativo, sendo, por isso, de acordo com a lei em vigor, transferido para a Reserva no posto de General de Brigada, com a graduação de General de Divisão, por contar mais de 40 anos de bons serviços. Durante a sua vida militar ativa. Serviu, não só em corpos militares da Guarnição do Rio de Janeiro, como nos de várias guarnições do Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso e São Paulo

FONTE: LIVRO “MOSSORÓ, DO SAUDOSO VINGT-UN ROSADO

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SOU TRICOLOR DE CORAÇÃO, BARAÚNAS, O MAIS QUERIDO DE MOSSORÓ